Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Município de Araras
RACIONAMENTO

 

 
Despressurização da rede do Centro influencia na cor escura da água

Saema explica que tubulação antiga é outra das causas do problema; região central foi inserida na região 2 do cronograma de racionamento

 

A região central de Araras foi incluída no setor 2 do cronograma de racionamento e, como outros bairros da cidade, passou a ter restrições no abastecimento de água.

 

Um dos impactos ocasionados pela manobra dos registros da rede e observado mais intensamente nesta terça-feira (27) por moradores do Centro foi água de coloração escura saindo das torneiras. Esse mesmo problema já havia sido vivenciado por moradores de outras partes da cidade desde quando o racionamento começou, em outubro.

 

O Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) esclarece que a situação é ocasionada principalmente pelo fato da tubulação ser antiga e a rede ter sido despressurizada para a suspensão do abastecimento.

 

“Produtos utilizados no tratamento de água acabam sedimentando na tubulação, que é antiga e poucas vezes foi despressurizada. Quando a água voltou a passar pelos canos, a pressão fez com que estas incrustações se desprendessem dos tubos e se arrastassem pela rede, ocasionando uma coloração amarronzada na água. Esta é uma situação temporária, que vai ser normalizada nos próximos dias, conforme a água for passando pela tubulação”, explicou o presidente interino do Saema, Felipe Dezotti Beloto.

 

A autarquia alerta que a população não deve deixar as torneiras abertas para que esta água escorra até que volte a ficar incolor. Ela pode ser utilizada, por exemplo, para descarga nos banheiros ou para regar plantas.

 

Outra alternativa é deixar o registro do imóvel fechado entre o fim da manhã e as primeiras horas da tarde. Como a rede que passa pela região central é estratégica para fazer chegar água a outras regiões da cidade, ela vem sendo aberta pelo Saema por volta das 12h para evitar que outros bairros da cidade fiquem sem água por períodos maiores do que as 36 horas previstas no cronograma. 

Secom/PMA

 

  

 
Saema vai construir mais dois reservatórios de água nas regiões sul e leste

Dispositivos terão capacidade para armazenar 1 milhão de litros cada; medida faz parte do Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica

Secom/PMA

 

Mais uma importante medida para enfrentamento da crise hídrica foi tomada nesta semana pela Prefeitura e pelo Saema: a abertura de licitação para construção de dois reservatórios tubulares metálicos de 1 milhão de litros, cada um, nas regiões sul e leste. A iniciativa faz parte das ações de médio prazo (6 a 24 meses) do Plano de Metas e Diretrizes para o enfrentamento da crise hídrica em Araras.

O documento foi apresentado em coletiva realizada na última sexta-feira (16), no Paço Municipal. O objetivo, segundo a autarquia, é reforçar o abastecimento de água e suprir a demanda de consumo destas regiões.

 

Um dos dispositivos será instalado na Praça Oswaldo Colombini, no Parque Industrial, entre as ruas Mato Grosso e Santa Catarina, ao lado de um reservatório já existente com capacidade para 350 mil litros de água - este foi construído há mais de 40 anos e será reformado, assim que o novo sistema entrar em operação.

Já o outro reservatório será construído próximo ao Residencial Portal do Sol, empreendimento construído por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, na Avenida Luis Carlos Tunes, Via Novela. O dispositivo também terá capacidade para armazenar 1 milhão de litros de água e irá abastecer os bairros da zona leste da cidade.

 

Os dois reservatórios são tubulares metálicos, confeccionados em chapas de aço carbono com capacidade útil de 1 milhão de litros de água. O dispositivo da zona leste terá 22 metros de altura e 7,8 metros de diâmetro. Já o dispositivo no Parque Industrial terá 17,84 metros de diâmetro por 5 m de altura.

“A medida visa melhorar os problemas de abastecimentos em duas grandes regiões da cidade e fazer com que a água chegue com mais pressão a essas residências. Além disso, a região leste ganhou novos bairros com os empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida e precisávamos suprir essa demanda”, afirmou o presidente interino do Saema, Felipe Dezotti Beloto.

 

Os investimentos para construção dos dois reservatórios estão orçados em R$ 2,5 milhões, mas o valor pode variar após a licitação. Os recursos são da própria autarquia.

Abertura propostas

Empresas interessadas em participar da licitação na modalidade tomada de preços para a instalação do reservatório no Parque Industrial devem apresentar as propostas até as 9h do dia 10 de fevereiro. Já para a caixa d’água da região leste, as propostas devem ser entregues até as 9h do dia 11 de fevereiro.

 

A pasta contendo o edital e seus anexos está à disposição dos interessados para consulta e retirada na Divisão de Compras, Licitações e Almoxarifado até o dia imediatamente anterior à entrega das propostas. O material também poderá ser solicitado por meio dos e-mails compras3@saema.com.br e administrativo@saema.com.br.

Todas as empresas interessadas em participar da licitação deverão realizar o cadastramento no Saema, na Rua Ciro Lagazzi, nº 155, Jardim Cândida, por meio do e-mail compras3@saema.com.br, até três dias úteis antes da entrega das propostas.

 

Horácio Busolin Júnior /Secom

 
Saema realiza obras para aumentar captação de água do Rio Mogi

 Ação ainda em caráter experimental faz parte do Plano de Metas apresentado em coletiva na última sexta-feira (16) para enfrentamento da crise hídrica

Secom/PMA

Tubulação passou a ter conexão em forma de Y, o que garante mais fluidez de água no sistema de bombeamento 

O Saema (Serviço Municipal de Água, Esgoto e Meio Ambiente) iniciou as obras para captar mais água do Rio Mogi Guaçu.

 

O serviço, que ainda está em fase de testes, faz parte do Plano de Metas que a Prefeitura e a autarquia apresentaram em coletiva de imprensa na última sexta-feira (16), para enfrentar a crise hídrica e amenizar problemas que a população enfrenta em decorrência do racionamento.

 

As obras incluem a instalação de uma terceira bomba para somar às outras duas já existentes no sistema que capta a água do leito do rio. E também a mudança de um trecho da tubulação que recebe esta água e a direciona, após passar por uma caixa de depuração inicial, para a rede que se liga à ETA (Estação de Tratamento de Água) do Saema, no Jardim Cândida, na zona urbana. Ao todo, a rede tem 24 km de extensão.

 

Até então, a tubulação que dividia o fluxo de água e o levava às duas bombas tinha o formato de T e isso, na avaliação de técnicos do Saema, acabava atrapalhando a vazão. Os tubos foram substituídos por uma conexão em forma de Y, o que possibilita que o fluxo entre no ramal com maior fluidez.

 

Com a instalação da terceira bomba, a previsão é de que, automaticamente, o desempenho do conjunto seja ampliado, visando alcançar a meta anunciada pelo Saema, de elevar a captação de 200 litros por segundo para 340 litros por segundo, volume considerado suficiente para, excepcionalmente, suprir a demanda da cidade durante o racionamento 12h por 36h.

 

A medida é considerada crucial para resguardar as represas e favorecer, contando com chuvas, a recuperação dos reservatórios.

 

“Se todo esse esforço der certo conforme nossas expectativas, passaremos para a outra etapa de melhorias de caráter definitivo neste sistema de captação do Mogi, com a intenção de aumentar ainda mais sua eficiência permanentemente”, explica o presidente interino do Saema, Felipe Dezotti Beloto.

Secom/PMA

Aumento na captação de água do Rio Mogi Guaçu faz parte do Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica 

Usina São João

 

Outra ação que teve início no último fim de semana é a ampliação na captação de água de uma das represas da Usina São João. Desde dezembro, o Saema tem feito a transposição da água da barragem por meio de dutos - já existentes e utilizados pela Usina na safra da cana - até um córrego que passa por uma APP (Área de Preservação Permanente), que fica atrás da empresa Federal Mogul, localizada às margens da Rodovia Anhanguera, e desemboca na Represa Hermínio Ometto (Jardim Sobradinho).

 

Nos últimos dias, a Usina realizou obras para ampliar o canal de transposição das águas e dobrou a capacidade de captação de 70 litros por segundo para 140 litros por segundo. Para isso, foi instalada uma segunda rede com tubulações de 200 mm, com aproximadamente 6km de extensão, para permitir transposição da água.

 

A Prefeitura não teve qualquer despesa com a instalação dessa segunda tubulação, firmando com a Usina o compromisso de manter as bombas funcionando, assegurando o combustível necessário.

 

A empresa vem contribuindo inclusive com funcionários próprios para manter o sistema em funcionamento. Servidores municipais do Saema auxiliam no serviço aos domingos.

           

Secom/PMA

Com a colaboração de Ramon Rossi

 
Saema realiza testes para incluir Centro no racionamento

 Equipes estão realizando manobras nos registros da rede para isolar tubulações que abastecem outras regiões da cidade e se interligam na região central

Secom/PMA

Funcionários do Saema realizam manobra em registro que sai da ETA e vai em direção ao Centro da cidade 

O Centro de Araras também será incluído no racionamento de água. Equipes do Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) estão realizando testes nas redes que passam pela região central da cidade, visando suspender o abastecimento no local, sem alterar o que já vem sendo praticado em relação a outros bairros.

 

As manobras nos registros da rede, semelhantes às realizadas em outros pontos da cidade, começaram na última terça-feira (13) e já vêm provocando diminuição da pressão da água e até interrupção do abastecimento em alguns pontos do Centro.

 

As redes que abastecem toda a cidade passam pela região central e se interligam em alguns pontos, o que faz com que o Centro, além de ter sua rede própria, também seja abastecido com a água que passa por estas linhas.

 

Outra característica que torna ainda mais complexas as manobras nessa região é a idade da rede, que em alguns quarteirões centrais chega a ter mais de 70 anos. “São vários desafios, desde os mapas existentes no Saema, que em alguns casos não condizem com a tubulação enterrada, até a dificuldade de se manusear registros tão antigos que praticamente nunca foram manobrados”, explica Felipe Dezotti Beloto, presidente interino do Saema.

 

“Estamos fazendo os testes justamente visando identificar onde estão estes pontos de interligação para conseguir isolar a tubulação que manda água também para o Centro, sem alterar o que já estamos fazendo em outros bairros da cidade, que já seguem o cronograma de racionamento 12hx36h”, acrescenta.

 

A expectativa é que a região central também passe a fazer parte deste sistema de racionamento em breve. “Os testes servem para que possamos incluir a região central na setorização da cidade, reestruturada recentemente pelo Saema. O abastecimento no Centro vai ficar um pouco confuso estes dias, pois ainda não temos como precisar os horários em que a água vai parar ou voltar por causa dos testes. Assim que tivermos concluído este trabalho, vamos divulgar informações mais precisas sobre o cronograma de racionamento no Centro”, informou.  

 

Um conjunto de medidas a curto, médio e longo prazos foi anunciado na última sexta-feira (16), pela  Prefeitura e pelo Saema, para enfrentamento da crise hídrica.

 

O anúncio foi feito por meio de um documento amplo, com um plano de metas da autarquia, contendo um diagnóstico da atual situação das estruturas de captação, reserva e distribuição de água, bem como sobre como estão os mananciais do município. O material foi publicado na imprensa no último fim de semana e também está disponível no site da Prefeitura – www.araras.sp.gov.br – e da Câmara Municipal de Araras – www.araras.sp.leg.br.

 

“Agora estamos no verão, num mês que historicamente sempre foi de recarga das nossas represas e isso não está ocorrendo”, lembrou o prefeito Nelson Dimas Brambilla, durante coletiva realizada no Paço Municipal. “E ainda temos pela frente o ano todo e o período de estiagem”, acrescentou.

 

As ações mais imediatas serão financiadas, em boa parte, com recursos do Fundo soberano criado em 2009 no município justamente para assegurar dinheiro para o abastecimento de água e o saneamento. Esse fundo, hoje em dia com R$ 6,5 milhões, é composto de taxas cobradas dos empreendedores imobiliários, que têm que recolher 250 Ufesp (Unidades Fiscais do Estado de São Paulo) para cada 250 metros quadrados de novos lotes.

 

“Se não tivéssemos tido uma gestão absolutamente austera no Saema e não tivéssemos essa visão de futuro criando esse fundo, hoje nós estaríamos precisando correr atrás de outras verbas para fazer as obras mais urgentes que anunciamos”, ressaltou Brambilla.

 

Entre as medidas de curto prazo estão, por exemplo, a perfuração de oito poços artesianos em pontos estratégicos da cidade, a ampliação da captação de água do rio Mogi Guaçu – de 200 litros por segundo para 340 litros por segundo; o desassoreamento da represa Hermínio Ometto; a captação e transposição das águas dos ribeirões urbanos e das represas particulares da zona rural; o reflorestamento do entorno de represas e nascentes, além de campanhas de conscientização pelo uso racional da água, intensificação da fiscalização contra desperdícios e melhoria do atendimento telefônico do Saema.

 

Também serão suspensas imediatamente autorizações para novos parcelamentos de solo – novos loteamentos.

 

Já em médio prazo serão tomadas medidas como a troca de tubulações de água do Centro, onde se concentra a maior parte das perdas de água tratada registradas pelo Saema. A meta é reduzir essas perdas em 15% nos próximos 24 meses.

 

Conceder incentivo a produtores de água através da preservação de nascentes, incentivo este amparado em legislação específica, incentivar o reuso de água em residências e empresas, gerenciar contratos de grandes consumidores de água visando uso racional, estão também entre as medidas de médio prazo.

 

E em longo prazo, a meta é preparar a construção de uma nova represa, implantar o Sabaz-Norte, conjunto de obras para melhorar o abastecimento da região norte da cidade e realizar estudos para uma nova ETA (Estação de Tratamento de Água) para a região leste da cidade.

 

“Não estamos parados. A crise veio para nos ensinar e fazer com que tenhamos um grande salto de qualidade no uso da água”, disse o prefeito Brambilla. “Com a colaboração de todos vamos atravessar esse período crítico e sairemos melhores dele”, finalizou.

 

O presidente interino do Saema reitera que o racionamento não muda por enquanto, mantendo-se no sistema de 12h com água por 36h sem água.

 

“Nosso objetivo primeiro é poupar nossas represas, abastecendo a cidade praticamente só com o que retiraremos do Mogi, excepcionalmente. Só assim, e ainda dependendo das chuvas, teremos condições de ajudar na recuperação das nossas represas”, disse o presidente.

           

                                                                       Secom/PMA

 
Saema dobra captação de represa da Usina São João e licita perfuração de poços

Também foi aberta licitação para desassoreamento da represa Hermínio Ometto; medidas fazem parte do plano anunciado na última sexta para enfrentar crise hídrica

                                                                                                                                          Secom/PMA

 

Saema dobrou a capacidade de captação da barragem da Usina São João de 70 litros por segundo para 140 litros por segundo 

O Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) de Araras já começou a colocar em prática medidas apontadas no Plano de Metas e Diretrizes para enfrentamento da crise hídrica no município, apresentado na última sexta-feira (16), em coletiva de imprensa.

 

Uma das ações que já teve início no último fim de semana é a ampliação na captação de água da Usina São João. Desde dezembro, o Saema tem feito a  transposição da água da barragem por meio de dutos - já existentes e utilizados pela Usina na safra da cana - até um córrego que passa por uma APP (Área de Preservação Permanente), que fica atrás da empresa Federal Mogul, localizada às margens da Rodovia Anhanguera, e desemboca na Represa Hermínio Ometto (Jardim Sobradinho).

 

No últimos dias, o Saema realizou obras para ampliar o canal de transposição das águas e dobrou a capacidade de captação de 70 litros por segundo para 140 litros por segundo. Para isso, foi instalada uma segunda rede com tubulações de 200 mm, com aproximadamente 6km de extensão, para permitir transposição da água.

 

Segundo o Saema, nos próximos dias será instalada a bomba colocando em pleno funcionamento a segunda rede de captação. Também consta no plano a transposição de águas da barragem da Usina Santa Lúcia, ação que também deve começar em breve.

                                                                                                                                         Secom/PMA

Segunda rede de tubulações com 6km de extensão foi instalada para permitir a transposição 

Outra ação importante que deve começar nesta semana é a ampliação da capacidade de captação do Rio Mogi Guaçu. A medida irá permitir aumento na captação de água dos atuais 200 litros/segundo para 340 litros/segundo com a instalação de nova bomba no local e implementação de outras melhorias. Com esta medida, este manancial poderá, excepcionalmente, sozinho, no período de racionamento, abastecer o Município, pois o objetivo é fazê-lo ofertar não apenas 17.000 m³/dia, mas sim 29.000 m³/dia.

 

“Boa parte das medidas anunciadas no plano está sendo realizada desde o 2014. Umas delas foi a transposição das águas da barragem da Usina. No entanto, por meio das obras realizadas no fim de semana, dobraremos a captação. Outra obra importante que está em andamento é a ampliação da capacidade de captação do Mogi Guaçu. Demos início à instalação da bomba com serviços preliminares de medição da tubulação e adequação da parte elétrica. Todas as ações são de extrema urgência para minimizarmos a crise hídrica e evitarmos transtornos à população”, afirmou o presidente interino do Saema, Felipe Beloto.

 

Desassoreamento e perfuração de poços

Outras medidas anunciadas no plano e que serão de suma importância para o enfrentamento da crise hídrica são o desassoreamento da represa Hermínio Ometto e a perfuração de oito poços artesianos em pontos estratégicos da cidade.

 

De acordo com Beloto, duas licitações serão abertas ainda esta semana para a contratação dos serviços.

 

O desassoreamento da Hermínio Ometto será realizado de forma a restaurar o seu volume de armazenamento original – atualmente, prevê-se uma perda de volume na escala de 20% devido a impurezas acumuladas no seu leito.

 

Quanto aos oito poços artesianos, eles serão perfurados para abastecimento de locais específicos (prédios públicos e microrregiões de abastecimento). A previsão é que sejam instalados poços no seguintes locais: Creche Jd. Itamaraty; Creche Jd. Alto da Colina; Creche Jd. Tangará; Creche Jd. Morumbi; UPA 24h (Hospital Municipal - região Leste); Reservatório do Jd. das Nações; Reservatório do Jd. Dalla Costa e Reservatório do Jd. Rosana.

 

Ainda segundo o plano de metas, se com essa medida for obtida água de qualidade e vazão adequada para o abastecimento, serão perfurados mais vinte poços artesianos, ao lado dos reservatórios espalhados pelas regiões da cidade; tornando esta medida de médio prazo.

 

Redução do mínimo de consumo

Mais uma medida a curto prazo que visa minimizar a crise é a redução do mínimo de consumo que deve passar de 18.000 litros para 10.000 litros. No entanto, a medida ainda precisa da autorização da Ares PCJ, agência reguladora a qual o Saema é filiado.

 

Após isso, a proposta é discutir a mudança em audiência pública com a participação da população - evento marcado para acontecer na primeira semana de fevereiro.

 

Além disso, será dado um incentivo (desconto em conta) aos cidadãos que economizarem água e consumirem até 5.000 litros/mês.

 

Entre as medidas de curto prazo a serem implementadas estão ainda a captação e transposição das águas dos ribeirões urbanos e de mais represas particulares da zona rural; o reflorestamento do entorno de represas e nascentes, além de campanhas de conscientização pelo uso racional da água, intensificação da fiscalização contra desperdícios e melhoria no atendimento telefônico do Saema.

 

Também serão suspensas imediatamente autorizações para novos parcelamentos de solo – novos loteamentos.

 

Medidas a médio e longo prazo

Já em médio prazo serão tomadas medidas como a troca de tubulações de água do Centro, onde se concentra a maior parte das perdas de água tratada registradas pelo Saema. A meta é reduzir essas perdas em 15% nos próximos 24 meses.

 

Conceder incentivo a produtores de água através da preservação de nascentes, incentivo este amparado em legislação específica, incentivar o reuso de água em residências e empresas, gerenciar contratos de grandes consumidores de água visando uso racional, estão também entre as medidas de médio prazo.

 

E em longo prazo, a meta é preparar a construção de uma nova represa, implantar o Sabaz-Norte, conjunto de obras para melhorar o abastecimento da região norte da cidade e realizar estudos para uma nova ETA (Estação de Tratamento de Água) para a região leste da cidade.

 

Após apresentação do plano de metas, o presidente do Saema deixou claro que o racionamento não muda por enquanto, mantendo-se no sistema de 12h com água por 36h sem água.

 

Secom/PMA

 
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