Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente do Município de Araras
Volume de água

Consumo de água cresce, mesmo em meio a crise hídrica
Volume de água tratada visando demanda diária bateu nos 37,7 milhões de litros na sexta (27); Saema reitera necessidade de economia, apesar da chuva, que não normalizou represas

                                                                                                                                         Secom/PMA

Saema está ampliando a captação de água do Rio Mogi Guaçu, mas população precisa economizar

O volume de água tratado pelo Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) para atender a demanda diária da cidade voltou a crescer. Bateu nos 37,7 milhões de litros na última sexta-feira (27), mesmo sem calor excessivo e sem feriados que, normalmente, contribuem para maior consumo de água.

Desde que o racionamento de água entrou em vigor, em outubro, intensificaram-se os apelos do Saema e da Prefeitura pela economia, que em alguns momentos, foi próxima do ideal para que cidade seja abastecida excepcionalmente quase que apenas pelo Rio Mogi Guaçu.

Segundo os registros do Saema, poucas foram as ocasiões em que o volume tratado ficou abaixo dos 29 milhões de litros diários, sendo que para equacionar a oferta com a demanda seria necessário que a população consumisse até 25 milhões de litros/dia.

Esse volume ainda representaria mais de 200 litros por habitante ao dia, mais do que os 180 litros diários por pessoas preconizados pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Se tormarmos por base os 37,7 milhões de litros tratados na última sexta, então teremos um consumo per capita dia acima de 310 litros.

“Sem dúvida que é uma conta simplificada, pois há consumidores não residenciais, mas, ainda assim, o que vemos é que o consumo sobe, especialmente em dias chuvosos, pois muitos podem ter a impressão equivocada de que as represas estão enchendo rapidamente e a crise hídrica passou, o que não procede”, diz Felipe Beloto, presidente interino do Saema.

Na última sexta-feira, o índice pluviométrico registrado pelo Saema foi de 13,9 mm. No sábado (28), o volume foi 5,2 mm.

“Precisamos economizar porque a crise hídrica está aí, é importante e temos que preparar nossos reservatórios para enfrentar o longo período de estiagem que começa em abril e vai pelo menos até setembro, outubro”, alerta ele.

Em janeiro deste ano, Prefeitura e Saema anunciaram um plano de metas, com medidas, de curto, médio e longo prazos, para assegurar o abastecimento de água à população local. Boa parte das ações de curto e médio prazos já está em andamento – como, por exemplo, aumento da captação do Rio Mogi Guaçu, desassoreamento e reflorestamento das represas, transposição de águas e perfuração de poços.


Secom/PMA

02/03/15 

 
Melhorias

Saema irá instalar 11 mil novos hidrômetros em casas, comércios e indústrias
Medida que faz parte do Plano de Metas de enfrentamento da crise hídrica e visa a redução de perdas físicas de água tratada

                                                                                                                                         Secom/PMA

11 mil hidrômetros serão trocados para evitar perdas de água tratada

Mais uma medida importante para o enfrentamento da crise hídrica em Araras será colocada em prática pela Prefeitura e pelo Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente): a instalação de 11 mil novos hidrômetros em residências, comércios e indústrias, em diversas regiões da cidade.

 

A autarquia abriu licitação, na modalidade pregão presencial, para contratação da empresa, responsável pela substituição e instalação dos novos dispositivos com diâmetro de 3/4" e/ou 1”. Ficará por conta da empresa também o fornecimento de toda a mão de obra, ferramentas e equipamentos necessários para instalação, com exceção dos hidrômetros que já foram adquiridos pelo Saema.

 

Os serviços consistem na retirada de hidrômetros danificados, que impossibilitam a leitura precisa, e a substituição por novos dispositivos. Para realização dos trabalhos, o Saema irá investir R$ 211.833,11, valor que poderá cair após a licitação.

 

De acordo com o presidente interino do Saema Felipe Beloto, o objetivo é reduzir as perdas físicas de água tratada. “Alguns hidrômetros estão danificados e não registram o consumo correto. É importante termos o controle disso para podermos conscientizar a população sobre possíveis perdas físicas de água, ainda mais na atual situação de poucas chuvas e estiagem que estamos vivenciando”, afirmou Beloto.

 

De acordo com o edital, o tempo mínimo estimado para substituição de cada hidrômetro é 18 minutos. O prazo previsto para execução de todo o serviço será de aproximadamente 11 meses, contados a partir da assinatura da ordem de serviço junto à empresa vencedora do processo licitatório.

 

O pregão presencial será por menor preço global. A pasta com o edital e os anexos está à disposição dos interessados na Divisão de Compras, Licitações e Almoxarifado do Saema, localizada na Rua Ciro Lagazzi, 155, Jardim Cândida, e também no site da autarquia - www.saema.com.br.

 

A sessão pública para realização do certame acontece no dia 11 de março, a partir das 9h30.

 

Medidas colocadas em prática

A Prefeitura de Araras e o Saema estabeleceram um Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica que assola Araras e toda a região Sudeste do Brasil. Apresentado em janeiro, o documento traz uma série de medidas de curto, médio e longo prazo, além de diagnóstico completo da atual situação das estruturas de captação, reserva e distribuição de água, bem como sobre como estão os mananciais do município.

 

Boa parte das ações já está em andamento, como o desassoreamento de represa Hermínio Ometto, o aumento da captação do rio Mogi Guaçu, a transposição de águas de represas particulares – Usina São João e futuramente UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), perfuração de oito poços artesianos em pontos estratégicos da cidade. 

 

Além disso, está previsto o reflorestamento das margens das represas Hermínio Ometto e Antonio Meneghetti (Tambury). Está previsto, ao todo, o plantio de 140 mil mudas nos dois reservatórios.

 

Detalhes sobre as articulações para o reflorestamento foram tratados com proprietários de áreas lindeiras, durante reunião realizada nesta quinta-feira (26), pela manhã, no Centro Cultural Leny de Oliveira Zurita. Para realização dos trabalhos, a autarquia firmará parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica.

 

Horácio Busolin Júnior – Secom

27/02/2015 

 
Reflorestamento

Saema e SOS Mata Atlântica apresentam propostas de reflorestamento no entorno de represas

Medida foi anunciada no Plano de Metas do Saema como uma das ações necessárias para proteção dos mananciais de Araras, no enfrentamento da crise hídrica e planejamento para abastecimento futuro

Sergio Calori/Secom

Reunião sobre reflorestamento das margens das represas foi realizada nesta quinta-feira (26)

Técnicos do Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) e da Fundação SOS Mata Atlântica reuniram-se na manhã desta quinta-feira (26) com proprietários de áreas rurais ou urbanas localizadas no entorno das represas Hermínio Ometto e Tambory, para apresentar as propostas de restauração da mata ciliar no entorno dos reservatórios.

 

A reunião foi no Centro Cultural Leny de Oliveira Zurita e foi comandada pelo diretor do Departamento de Meio Ambiente, vinculado ao Saema, o engenheiro florestal Raul de Barros Winter, ao lado de Rafael Fernandes, coordenador de restauração florestal da Fundação SOS Mata Atlântica. Ele veio acompanhado do técnico em restauração florestal Roberto Cândido, também pertencente ao quadro da SOS Mata Atlântica.

 

A restauração florestal nas margens das nossas represas é uma das medidas de médio prazo anunciadas em janeiro pelo Saema, no Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica que afeta grande parte da região Sudeste do País e impacta fortemente em Araras.

 

A parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, que chegou a ser ativada em 2009 para restauração florestal parcial do entorno da represa Água Boa, foi reativada este ano para que o trabalho se estenda às outras represas locais, mas qualquer ação depende, segundo o Saema e a entidade, de anuência dos proprietários das áreas particulares que ficam às margens dos reservatórios.

 

Durante a reunião, Fernandes explicou que a SOS Mata Atlântica realiza dois tipos básicos de projeto de restauração, denominados Florestas do Futuro, modalidade Voluntário, no qual empresas se disponibilizam a patrocinar o plantio de árvores em áreas previamente determinadas e a modalidade que envolve empresas que têm a cumprir obrigações ambientais – passivos, indenizações, etc... e que têm portanto que financiar esse plantio, cabendo então à SOS Mata Atlântica planejar e coordenar a execução desse trabalho, em áreas disponibilizadas por proprietários privados ou públicos.

 

Em ambos os casos, os proprietários das áreas não têm custo, cabendo a eles assinarem, se quiserem aproveitar a oportunidade, termos de cooperação com a fundação que, em geral, aproveita também para colaborar com os donos das áreas para enquadra-las na legislação ambiental. “Em muitos casos, nós auxiliamos nessa legalização, pois em algum momento, a maioria das propriedades rurais têm que se enquadrar às leis no que diz respeito às suas APPs (Áreas de Preservação Permanente) ou RLs (Reservas Legais)”, explicou Fernandes.

 

Segundo ele, a SOS Mata Atlântica estima em aproximadamente 40 milhões de mudas o universo disponível para plantio oriundo de obrigações ambientais que centenas ou até milhares de empresas brasileiras têm a cumprir – sem contar os casos em que empresas se engajam voluntariamente. “Na modalidade voluntária, temos que admitir que no atual cenário econômico está um pouco mais complicado obter patrocínio para os plantios. Mas na modalidade em que as empresas têm passivos ambientais a honrar, as coisas são mais rápidas. E estimamos que seja necessário 140 mil mudas para recompor as represas locais, ou seja, pouco diante do que tantas empresas precisam a ajudar a plantar”, disse ele.

 

Cinturão verde

O Departamento de Meio Ambiente já entregou à SOS Mata Atlântica uma espécie de inventário das áreas existentes no entorno das represas Hermínio Ometto e Tambory. Com esses documentos em mãos, o DMA e a entidade vão reunir-se novamente ainda em março com grupos de donos de áreas localizadas às margens de cada um dos reservatórios, separadamente, para discutir a situação física existente em cada uma das propriedades, a maioria delas ocupada por canaviais ou mesmo – especialmente a Hermínio Ometto – por empreendimentos imobiliários.

 

Dessas reuniões começarão a sair, na expectativa do Saema e da SOS Mata Atlântica, os primeiros entendimentos sobre que largura de faixa receberá o plantio de árvores numa primeira etapa do trabalho de restauração florestal.

 

Há divergências no momento sobre qual a proporção de área que cada propriedade terá liberada para esse plantio – 30 metros, 50, 100 metros ou mais. “A legislação ambiental prevê até 200 metros mas ninguém vai chegar impondo nada aos donos das áreas. Queremos parceria, acordo. Em algum momento adiante eles terão, sim, que se adequar à lei, mas o nosso interesse agora é começar a proteção dos nossos mananciais e para isso, vamos compor com cada um”, disse Raul Winter. “O Departamento de Meio Ambiente quer ser esse elo entre os donos das áreas e a SOS Mata Atlântica porque achamos que todos temos a ganhar com isso. Vamos favorecer nossa produção de água, preservar nossas represas e ajudar aos proprietários do entorno a irem adequando suas propriedades à legislação ambiental”, explicou.

 

O presidente interino do Saema, Felipe Beloto, também participou da reunião com os proprietários de áreas no entorno das represas e destacou a importância da restauração florestal nas margens dos reservatórios. “Hoje estamos dando um passo importantíssimo para assegurar, com o plantio de árvores, que nossas represas tenham condições de continuar abastecendo as futuras gerações de ararenses”, disse.

 

Dados da Fundação SOS Mata Atlântica apontam que para cada hectare de área com floresta restaurada são produzidos anualmente 10 mil litros de água.

 

A Fundação SOS Mata Atlântica foi criada em 1986 e já efetuou o plantio de mais de 20 milhões de mudas e recuperou o equivalente a 20 mil campos de futebol.

Bioma sob grande pressão

Segundo a entidade, a Mata Atlântica originalmente cobria uma área equivalente a mais de 1,3 milhão de quilômetros quadrados do Brasil estendendo-se por 17 estados, mas atualmente restam pouco mais de 8% da cobertura vegetal original.

 

Vive na Mata Atlântica atualmente quase 72% da população brasileira, com base em estimativas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2014. Das mais de 600 espécies animais ameaçadas de extinção no Brasil, quase 400 são da Mata Atlântica.

 

Secom/PMA

26/02/2015 

 
Crise hídrica

Mais de 140 mil mudas serão plantadas nas margens das represas
Reunião para apresentar detalhes sobre o reflorestamento acontece nesta quinta-feira (26), no Centro Cultural, às 9h; trabalho faz parte do Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica

                                                                                                                                         Secom/PMA

Represas Tambury e também Hermínio Ometto terão as margens reflorestadas para garantir melhor reservação de água

Ao todo, mais de 140 mil novas mudas de árvores serão plantadas nas margens das represas Hermínio Ometto e Antonio Meneghetti (Tambury). O reflorestamento será realizado pelo Saema (Serviços de Água, Esgoto e Meio Ambiente de Araras), por meio do Departamento Municipal de Meio Ambiente (DMA), como medida crucial para preservação dos mananciais e melhor reservação da água.

 

Detalhes sobre as articulações para o reflorestamento serão tratados com proprietários de áreas lindeiras, durante reunião que acontece nesta quinta-feira (26), às 9h, no Centro Cultural Leny de Oliveira Zurita.

 

Para realização dos trabalhos, a autarquia firmará parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. Em 2009, o Saema já realizou parceria semelhante com a fundação, que resultou, na época, no plantio de 200 mil mudas de árvores nas margens da represa João Ometto Sobrinho (Água Boa).

 

Os trabalhos já foram finalizados e, até os dias de hoje, a fundação faz o monitoramento das áreas reflorestadas, que ao longo dos anos sofreram perdas de algumas árvores devido a incêndios ou infestação por pragas.

 

De acordo com diretor do Departamento de Meio Ambiente Raul de Barros Winter, a medida tem por objetivo proteger as nascentes e evitar o assoreamento dos reservatórios.

 

“A previsão será plantar espécies nativas propícias para cada represa. Os trabalhos irão envolver o plantio de 45 mil mudas na Tambury e mais 95 mil na Hermínio Ometto. A medida é necessária para proteger as nascentes que abastecem as represas e ainda recuperar aquelas que tiveram sua vegetação devastada. Além disso, a revegetação garantirá melhor qualidade na água que será posteriormente distribuída à população”, explicou o diretor do DMA.

 

Ele também destacou que o objetivo é criar novos corredores arbóreos, incluindo espécies frutíferas que poderão, no futuro, servir de alimento para as araras soltas na natureza, cuidadas pelo Projeto Pró-Arara, desenvolvido pela Prefeitura de Araras e o IBTN (Instituto Brasileiro de Proteção à Natureza).

 

O presidente do Saema Felipe Dezotti Beloto afirmou que o reflorestamento será realizado em APPs (Áreas de Preservação Permanente), incluindo algumas que se encontram em propriedades rurais vizinhas às represas.

 

“Durante a reunião, explicaremos os detalhes sobre como se dará o processo. A intenção é reflorestar uma área de aproximadamente 100 metros que abrange as margens dos reservatórios. Deixaremos claro que a iniciativa não vai gerar qualquer ônus aos proprietários e é de suma importância para a reservação de água para abastecer nossa cidade para os próximos anos”, explicou Beloto.

 

Plano de Metas

A Prefeitura de Araras e o Saema estabeleceram um Plano de Metas para enfrentamento da crise hídrica que assola Araras e toda a região Sudeste do Brasil. Apresentado em janeiro, o documento traz uma série de medidas de curto, médio e longo prazo, além de diagnóstico completo da atual situação das estruturas de captação, reserva e distribuição de água, bem como sobre como estão os mananciais do município.

 

Boa parte das ações já está em andamento, como o desassoreamento de represa Hermínio Ometto, o aumento da captação do rio Mogi Guaçu, a transposição de águas de represas particulares – Usina São João e futuramente UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), perfuração de oito poços artesianos em pontos estratégicos da cidade.

 

Horácio Busolin Júnior/Secom 

25/02/2015

 
DESASSOREAMENTO

Desassoreamento da represa Hermínio Ometto é retomado após chuvas

Trabalhos retornaram sábado (21), após ficarem paralisados durante uma semana, devido às chuvas

                                                                                                                         Ederaldo Poy/Saema

Trabalhos retornaram sábado (21) e fazem parte do Plano de Metas

A Prefeitura de Araras e o Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) retomaram as obras de desassoreamento da Represa Hermínio Ometto, localizada no Jardim Sobradinho, após os trabalhos ficarem parados durante uma semana, devido às chuvas.

 

A ação foi retomada sábado (21) e faz parte do Plano de Metas, conjunto de medidas de curto, médio e longo prazo que a autarquia e a Prefeitura estabeleceram para enfrentar a maior crise hídrica já vivenciada pela região sudeste do Brasil, com sérios reflexos também em Araras.

Na “limpeza” da represa, estão sendo utilizados caminhões basculantes traçados, escavadeira hidráulica e trator de esteira para remoção dos detritos acumulados no fundo da barragem, construída há mais de 30 anos.

 

Estimativas apontam que atualmente a capacidade de armazenamento da Represa Hermínio Ometto é de 2.410.375.000 litros de água. Com o desassoreamento, a expectativas é que seja recuperado cerca de 20% da capacidade original do reservatório. O contrato determina prazo de quatro meses para a conclusão dos serviços.

Onze empresas participaram do processo de licitação, vencido por duas delas – a Santa Terra para os trabalhos com o caminhão e a escavadeira; e a Pascotte Serviços de Terraplanagem para o serviço a ser feito com o trator.

 

Reflorestamento

O reflorestamento do entorno das represas de Araras é outra medida emergencial anunciada pela Prefeitura e Saema no Plano de Metas.

 

Por meio do Departamento Municipal de Meio Ambiente (DMA), a autarquia firmará parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, que resultará no plantio de árvores nas margens dos reservatórios, como medida crucial para aumentar a produção e a preservação de água.

 

Os detalhes sobre as articulações estão sendo tratados com proprietários de áreas lindeiras às represas, que já foram convidados para reunião com representantes da autarquia nesta quinta-feira (26), às 9h, no Centro Cultural Leny de Oliveira Zurita.

 

Ederaldo Poy/Saema

  

 
DEDETIZAÇÃO

Dedetização acontece no Parque Dom Pedro nesta quarta-feira

 

O Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente) informa que a dedetização na rede de esgoto para extermínio de insetos acontece nesta quarta-feira (25), no Parque Dom Pedro.

 

O Saema orienta os moradores para que tapem os ralos com pano úmido para evitar que o veneno aplicado entre na residência.

 

Em caso de chuva, o serviço será cancelado e reagendado.

 

Mais informações ligue 0800-014-4321

Secom/PMA 

 
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